É muito pedir um 2018 melhor?

É muito pedir um 2018 melhor?

Daniel Guerra danielguerra87@gmail.com

O ano de 2017, na carona de seu antecessor, foi recheado de surpresas. Algumas agradáveis, outras desagradáveis, e tem ainda o grupo das inclassificáveis.

Os mais céticos, por direito, dirão que todos os anos são assim. A história recente do Brasil – e também a da capital federal – talvez corrobore a fala deles. Mesmo assim sigo acreditando que, se existe uma cota específica de turbulência, já passamos dela há tempos.

Merecemos um 2018 mais próspero. Mais humano. Mais feliz, por que não dizer? É inevitável não ligar a luz de alerta quando lembramos que eleições locais e nacionais se avizinham.

Nossa responsabilidade cresce; numa democracia somos nós que colocamos os representantes no poder. Não fujamos disso! Pode parecer redundância, mas muitos se esquecem.

Junta-se ao pleito eleitoral deste novo ano a Copa do Mundo da Rússia, para fazer de 2018 um ano ímpar, daqueles realmente diferenciados. Nós, obviamente, torcemos por vitórias políticas e esportivas.

Que na política vença o preferido da maioria; que no futebol vença o merecedor. O único pedido é que 2018 seja mais brando com um povo que não aguenta mais apanhar da corrupção – que, convenhamos, bate mais forte que o 7 x 1.

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