Semáforos para quê, não é mesmo?

Semáforos para quê, não é mesmo?

Semáforos para quê, não é mesmo?

Daniel Guerra

Águas Claras é montada sobre o esqueleto de dois grandes eixos: um em seu lado norte (Av. Castanheiras) e um em seu lado sul (Av. Araucárias). Duas vias sinalizadas, de boa malha asfáltica e que contam cada uma com uma ciclovia bem demarcada. Ponto positivo, característico de cidades desenvolvidas.

Entretanto, causa espanto a ausência de semáforos em duas outras vias de extrema importância. A Estrada Parque Vicente Pires (EPVP), um dos principais acessos a Águas Claras e que delimita o início do Park Way, tem 8,2 quilômetros de extensão e não conta com semáforo. Possui rotatórias que aliviam sua situação nos horários críticos, mas mesmo assim merecia os luminosos.

Apesar de ter menor extensão – 3,6 quilômetros – a Av. Vereda da Cruz é a reunião do caos nos intervalos de pico. Pudera: ao contrário da EPVP, ela não dispõe de nenhuma rotatória, seu trajeto é de mão dupla com apenas uma pista para cada sentido, não há acostamento e são mais de cinco cruzamentos ao longo do percurso. Além disso, a via divide geograficamente Águas Claras de Arniqueiras/Park Way, onde o tráfego de veículos chegando e saindo dos condomínios é intenso.

Fica a dica aos órgãos responsáveis.

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